Palestra sobre Plataforma Azure para Cloud Computing
SaaS: Oportunidades para Empresas e Profissionais de Software
Estamos vivendo um momento de transição para não dizer que já estamos em uma nova geração no que tange à plataforma dos sistemas de informação corporativos.
Assim como aconteceu com o surgimento do sistema operacional Windows e as interfaces GUI em meados da década de 90, em que as empresas e profissionais de software tiveram que evoluir seus sistemas da interface caracter e o uso de pseudo bancos de dados para interfaces gráficas e bancos de dados relacionais, atualmente o desafio estimulado pelo mercado é oferecer os produtos de software tendo a Web como plataforma.
Esse desafio provoca muitas oportunidades para empresas e profissionais, para as empresas pois as que oferecerem seus sistemas na Web ou, ainda mais, possibilitando a execução e armazenamento de dados desses sistemas na nuvem (Cloud Computing) em modelos de software como serviço (SaaS) ampliarão as possibilidades de comercialização e relacionamento com seus clientes como instalação, liberação de versões e suporte.
Tenho falado em palestras para empresários e profissionais a algum tempo que esse modelo é o futuro dos softwares de gestão como os ERP, por exemplo. Sugiro que novos projetos de software tenham obrigatoriamente de ser projetados para a execução na Web, mais ainda, que sejam desenvolvidos como softwares como serviço.
Justifico essa idéia pois as empresas atualmente para utilizar um sistema de informação, deve manter uma infraestrutura de servidores de banco de dados e aplicação, profissionais que cuidem da rede interna, segurança, ou seja, toda uma estrutura de hardware, software e pessoas para poder utilizar seus sistemas.
Para os profissionais da área de desenvolvimento, o domínio de metodologias e tecnologias de desenvolvimento para Web, Arquitetura Orientada a Serviços, Cloud Computing, Virtualização será decisivo e estratégico para atender as demandas crescentes das empresas de software por profissionais e atualmente já é diferencial o conhecimento dessas tecnologias de desenvolvimento.
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Startup brasileira investe R$ 6 milhões na criação de uma solução de cloud computing
por IT Web (Felipe Dreher)
01/07/2009
MIPC Informática contabiliza sete clientes utilizando tecnologia em nuvem
A startup brasileira MIPC Informática investiu R$ 6 milhões e quatro anos de trabalho para desenvolver uma plataforma de cloud computing. O produto chegou ao mercado, efetivamente, em maio.
Marcos Silva, diretor comercial da provedora, enxerga grande aderência na oferta da solução às companhias de pequeno e médio portes. A modalidade mais básica da tecnologia contempla 2 GB de espaço de armaznamento e acesso a um sistema operacional na nuvem capaz de atender demandas básicas de empresas dentro desse perfil.
A versão “enxuta” custa R$ 150 por usuário/mês. Por esse valor, além de sistemas de escritório baseados em software livre, a provedora garante backup diário de toda base de dados e acordo de nível de serviço (da sigla em inglês, SLA) com disponibilidade mínima na casa dos 90%, em operação 24×7.
À medida que a complexidade do ambiente avança, é possível escalar a oferta e ampliar a disponibilidade – o que acarreta custos calculados sob demanda.
Para acessar a plataforma de cloud computing da MIPC basta apenas um terminal com acesso à rede e 18 MB (tamanho do aplicativo de acesso à nuvem).
Segundo o executivo, a empresa possui sete clientes na solução, sendo que um deles roda um ERP da Microsiga em nuvem. “Montamos um data center para atender 3 mil usuários”, comenta Silva, contabilizando, atualmente, cerca de 200 pontos de acesso.
O diretor diz que o próximo passo é trazer parceiros tecnológicos para ampliar a oferta de soluções dentro da nuvem.
Gartner: 5 principais atributos da computação em nuvem
São Paulo – De acordo com documento apresentado pela consultoria, essa definição deve ajudar as empresas a analisar se os modelos oferecidos no mercado aderem ao conceito.
Por Redação CIO
02 de julho de 2009 – 09h05
Um recente relatório da consultoria Gartner elenca os cinco critérios que definem o modelo de cloud computing (computação em nuvem). No documento, a empresa afirma que esses atributos ajudarão a analisar até que ponto as soluções e serviços oferecidos no mercado aderem, ou não, a esse conceito.
Ainda no documento, o Gartner define cloud computing como um estilo de computação escalável e elástica na qual os recursos de TI são fornecidos como um serviço para clientes externos, a partir da internet. Os cinco atributos definidos para a computação em nuvem são:
1. Baseado em serviço – Na computação em nuvem os serviços podem ser considerados sob medida, uma vez que são designados para atender a necessidades específicas de um grupo de clientes. As tecnologias, por sua vez, são escolhidas para suprir a solução ou o serviço em vez do contrário – o serviço ser desenvido de acordo com a infraestrutura tecnológica disponível.
2. Escalável e elástico – O serviço pode ter capacidade de escalar de acordo com as demandas do cliente. Já a elasticidade é um pressuposto para o caso dos ambientes em que existem recursos compartilhados de TI. No caso da escala, ela é um requisito ligado à infraestrutura e a software. Enquanto a elasticidade está associada não só à escala, mas também com modelos econômicos.
3. Compartilhado – A criação de grupos que compartilham serviços facilita a economia de escala. E os recursos de TI são usados com o máximo de eficiência. A infraestrutura, software ou plataformas passam a ser divididos entre vários usuários do serviços. Isso permite fornecer um número infinito de recursos para atender as necessidades de múltiplos clientes, ao mesmo tempo.
4. Medido por uso – Esse modelo de serviços possibilita criar métricas que permitam diferentes modelos de pagamento. O provedor pode cobrar pelo uso, por número de usuários, criar planos limitados, entre outros. Mas, em todos os casos, o pagamento vai ser feito pelo uso do serviço e não de acordo com o custo do equipamento.
5. Baseado no uso da internet – Os serviços são oferecidos por meio de protocolos e formatos web (como URLs, http e IP).
Gartner lista cinco atributos para cloud computing
| por IT Web |
| 23/06/2009 |
| Instituto define pontos para ajudar a elucidar o conceito que, a cada dia, ganha mais força no mundo de TI |
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O termo cloud computing vem sendo usado a exaustão no mercado de TI. O burburinho contrasta com sua adoção ainda tímida. Espera-se que o conceito ganhe força nos próximos anos. Mas ainda há dificuldade até para contextualizar o conceito. Para o Gartner, computação em nuvem pressupõe escalabilidade e elasticidade que permite entrega de tecnologia sob demanda suportada pela internet. O instituto listou cinco atributos a serem observados por quem quer aderir à computação em nuvem. Confira: Baseado em serviços: é importante estabelecer relações claras nos níveis de serviço, sendo que as tecnologias ofertadas devem se adaptar as necessidades dos consumidores e não o inverso. Os contratos devem considerar disponibilidade, tempo de resposta, desempenho versos preço; além de processos operacionais claros e pré-estabelecidos. Escalável e elástico: cloud computing precisa oferecer a capacidade de aumentar ou diminuir a utilização da tecnologia de acordo com a demanda. Essa equalização pede automação e respeito a prazos curtos. Além disso, o conceito implica que recursos podem ser acrescidos ou retirados do pacote contratado conforme a necessidade do cliente. Compartilhado: o compartilhamento de recursos trazidos pela computação em nuvem permite economias de escala, com a TI sendo utilizada no máximo de sua eficiência. Medido pelo uso: o prestador de serviços cobra o usuário pelo quanto ele usou da tecnologia e não no custo dos equipamentos/licenças. Isso pode significar planos de precificação “pague quanto consumir”, assinaturas, planos fixos e, até mesmo, livres. Essa métrica pode ser definida por horas de utilização, transferência de dados, atributos entregues, etc. Por meio da internet: cloud computing chega ao usuário através de identificadores de internet, formatos e protocolos (como URLs, HTTP, IP ou arquitetura orientada a web). |
Google desenvolve Banco de Dados na Arquitetura Cloud Computing
O Google lançou no dia 09 de junho o Google Fusion Tables, que pretende ser um sistema de gerenciamento de dados implementado sob o conceito da Computação em Nuvem.
O Fusion Tables não é um sistema gerenciador de banco de dados baseado em SQL, o foco é no processamento e colaboração de dados de diversas fontes com ênfase na visualização e publicação na Web. A idéia vem da necessidade das empresas compartilharem informações entre stakeholders e permitir o trabalho colaborativo em bases de dados tendo a Web como plataforma. Permite, ainda, integração com o Google Maps, no desenvolvimento de bases de dados geo-processadas.
Para testar o serviço acesse: http://tables.googlelabs.com
